Ode às conversas, tantas vezes sem nexo, às madrugadas não dormidas e aos risos incontidos, aos trocadilhos obcenos e piadas infames.
Ode às confissões desenvergonhadas (e desavergonhadas também, por que não?), aos filmes comentados, xingados e aplaudidos, aos programas "de menina" (e de casais também), à filosofia de boteco (e aos porres, ressacas...).
Ode às festas de faculdade, ou às nossas festas antes das festas da faculdade, ou conversas na varanda de casa mesmo.
Ode às piras engraçadíssimas, pérolas eternas, coisas que "não têm como acontecer de novo", trejeitos próprios, às frases subentendidas, gargalhadas madrugais, relembrar o passado, ode à intimidade.
Ode a tudo que me faz feliz. Um brinde ao dadaísmo.
Ode às confissões desenvergonhadas (e desavergonhadas também, por que não?), aos filmes comentados, xingados e aplaudidos, aos programas "de menina" (e de casais também), à filosofia de boteco (e aos porres, ressacas...).
Ode às festas de faculdade, ou às nossas festas antes das festas da faculdade, ou conversas na varanda de casa mesmo.
Ode às piras engraçadíssimas, pérolas eternas, coisas que "não têm como acontecer de novo", trejeitos próprios, às frases subentendidas, gargalhadas madrugais, relembrar o passado, ode à intimidade.
Ode a tudo que me faz feliz. Um brinde ao dadaísmo.
