E o que nos une, no fim das contas?
O que existe entre nós?
Além do abismo, o que
há?
Só o trivial é dito, só o casual se faz presente,
Nos edificamos baseados em grandes pilhas de merda,
Em nada e nada
Em nada e nada.
O que há, entre nós?
Do que podemos nos gabar?
O que nós temos de nosso?
Não há nada. NADA. Nada.
