Silêncio.
A loucura engasgada
Não lembra mais como ser vomitada.
Pobre de mim, se devo, além de tudo,
Perecer de ódio contido, de sapos acumulados.
Paupérrima de mim, que choro escondida
Nos banheiros da vida,
des-iludida.
Ainda silêncio.
Os soluços devem ser abafados,
Plagiando-me;
Deita-se a tristeza no travesseiro.
A solidão me é constante,
Entre todos
Apenas a solidão.
Baixinho... baixinho... baixinho...
Mais baixo.
Chore baixo.
Um dia hei de gritar.
A loucura engasgada
Não lembra mais como ser vomitada.
Pobre de mim, se devo, além de tudo,
Perecer de ódio contido, de sapos acumulados.
Paupérrima de mim, que choro escondida
Nos banheiros da vida,
des-iludida.
Ainda silêncio.
Os soluços devem ser abafados,
Plagiando-me;
Deita-se a tristeza no travesseiro.
A solidão me é constante,
Entre todos
Apenas a solidão.
Baixinho... baixinho... baixinho...
Mais baixo.
Chore baixo.
Um dia hei de gritar.
