Cafetina
O que sobra, no fim de tudo?
O que nos resta, após esse vendaval que carregou (quase) tudo embora?
Em quem pode um merda humano de merda confiar nessa noite estrelada?
Quantas indagações nessa psicoviagem imaginária. (Fujo, sim. De mim, inclusive.)
Cale-se.
Delíros. Quem entenderá ao amanhecer essas palavras bêbedas?
Meus olhos, como sempre, me traem.
Foda-se.
A loucura está a espreita, quer me estraçalhar a carne.